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29/04/2009

Ouro Líquido

Sede? deguste estes deliciosos drinques



Bebidas são conhecidas como fontes de calorias vazias ou ingredientes químicos polêmicos. Mas isso só se você estiver falando de drinques muito doces ou refrigerantes light. Abra a garrafa certa e descubra nutrientes que são aliados da saúde.



Chá Verde



Essas pequenas folhas podem acelerar o metabolismo e ajudar você a viver mais. Segundo o nutrólogo e endocrinologista da Unifesp, João César Castro Soares, a responsável por isso é a xanteína, um estimulante como a cafeína. De acordo com um estudo divulgado no Journal of the American Medical Association, mulheres que tomam 3 doses de chá verde diariamente, tem 31% menos chances de morrer de alguma doença cardiovascular do que as que não tomam. Soares diz que, para otimizar o efeito, o ideal é beber 5 xícaras por dia.



Água Aromatizada



Óbvio que água faz bem, mas você sabia que freia o câncer? Um estudo do Centro de Pesquisa sobre Câncer Fred Hutchinson, em Seattle, nos EUA, mostrou que mulheres que bebiam 6 ou mais copos de água por dia tiveram 45% menos risco de ter câncer de cólon do que as que tomavam menos de dois. O problema é engolir os 8 copos diários recomendados. Para garantir a cota e agradar o paladar, tente áua gaseificada com sabores. Mas não exagere. É para cariar, e não substituir a áua purinha.



Suco de Uva



Não importa se comprado pronto ou se você faz em casa, essa bebida é cheia de benefícios. Pesquisas, como a da Univerdade de Winsconsin nos EUA, mostram que antioxidantes presentes no suco de uvo diminuem o risco de doenças cardíacas, melhoram os receptores para o LDL, evitando assim o entupimento das artérias. Em um recente ranking dos antioxidantes mais poderoso com 1100 alimentos e bebidas, o suco de uva apareceu em 11º, a segunda melhor posição entre as bebidas (o café era os exto).



(Fonte: Revista Women's Heath, março/2009)

26/04/2009

Por que é importante começar o dia tomando um bom café da manhã?

Levantar cedo e geralmente atrasado são as explicações mais usadas para que as pessoas deixem de fazer o desjejum. "Qualquer que seja o motivo alegado, essa omissão pode influenciar negativamente o nosso metabolismo durante o dia, pois após um jejum prolongado - englobando a noite e a manhã - nosso corpo traduz essa situação como escassez de alimentos e reage reduzindo a queima calórica", informa a endocrinologista e nutróloga Ellen Simone Paiva, diretora-clínica do Citen, Centro Integrado de Terapia Nutricional.

"Logo, podemos concluir que não comer pela manhã pode dificultar não somente a nutrição, mas também a manutenção do peso, além de não ser uma boa estratégia para emagrecer", defende a médica. O mecanismo da fome, acionado progressivamente durante o dia, pode se tornar incontrolável após longos períodos sem a ingestão de alimentos. Isso explica como essa omissão matutina desencadeia comportamentos alimentares anormais ao longo do dia, culminando com grandes ingestas no almoço e, principalmente noturnas, que por sua vez, perpetuam o processo de falta de apetite na manhã seguinte.

"Outro comportamento alimentar anormal da pessoa que não toma o café da manhã é o do beliscador, que come pequenas porções de alimento durante todo o dia e não tem fome para fazer refeições bem definidas", observa Ellen Paiva. Estas pessoas acabam pulando também o almoço e ingerindo várias pequenas porções de alimentos durante o dia, geralmente com grandes quantidades de carboidratos e gorduras, comprometendo o peso e a nutrição. "Nesses pacientes, a secreção de insulina é irregular, ocorren toda vez que ingerem pequenos beliscos, propiciando ainda mais o ganho de peso, uma vez que esse hormônio sempre tenta armazenar calorias em detrimento da queima", explica a endocrinologista.

Cardápio matinal

Um bom café da manhã deve conter proporções variadas de pães - principalmente os integrais - cereais matinais, geléia, margarina, requeijão e cream cheese lights, queijo fresco, leite ou iogurte desnatados, café, achocolatados, frutas frescas e secas. "A composição do cardápio deve priorizar a escolha de uma porção de carboidrato, evitando o consumo de pães e cereais na mesma refeição, procedendo assim com os demais nutrientes como gorduras e proteínas", explica a nutróloga. No quesito gorduras, elas geralmente vem incorporadas às proteínas de origem animal, como leite e derivados e embutidos, informa a especialista.

"Quando avaliamos uma refeição, devemos observar seu valor em calorias e seus nutrientes. O café da manhã deve conter cerca 25% das calorias ingeridas no dia", afirma Ellen Paiva. Calorias são importantes para todos, mesmo quando estamos com peso normal. "Devemos lembrar que as gorduras são os nutrientes mais calóricos, sendo que 1g de proteína ou carboidrato confere 4 calorias, ao passo que 1g de gordura agrega 9 calorias ao nosso cardápio", exemplifica a médica.

Os alimentos mais gordurosos, que põem em risco o café da manhã, são os queijos amarelos, os embutidos, a manteiga, os biscoitos recheados e os bolos. Não há a necessidade de bani-los do cardápio, mas podemos optar pelas versões lights e evitar os cookies, bolos e guloseimas.

"Muitos têm dificuldade para comer pela manhã. Não sentem fome alguma, ou o que é ainda pior, não toleram a idéia de comer que ficam nauseados. Muitas vezes, este comportamento traduz uma ingestão excessiva de alimentos à noite, refletindo na inapetência matinal. Se este for o caso, a redução do volume de alimentos à noite pode ajudar", defende a endocrinologista. Caso esse não seja o motivo para não querer tomar o café da manhã, a pessoa pode recorrer à reeducação alimentar, tentando ingerir pequenas porções de alimentos e aumentando o consumo gradativamente, de acordo com a sua tolerância. "Se esta pessoa conseguir tomar o café da manhã completo terá uma manhã muito mais produtiva, com melhor capacidade de raciocínio e de ânimo para vencer os embates do dia", diz a nutróloga Ellen Simone Paiva.

FONTE: Site do CITEN

24/04/2009

Cinco coisas sobre...

Orgânicos

1. Sustentável. Engana-se quem acha que produtos orgânicos são apenas aqueles cultivados sem agrotóxicos, fertilizantes, sementes geneticamente modificados e hormônios. A diferença desses alimentos está também no sistema de produção. Nele, busca-se o manejo do solo e demais recursos naurais, como água, para que sejam preservados a longo prazo. A idéia é contribuir para a saúde do consumidor e do planeta.

2. Certificação. Mas como saber se o produto que estou comprando é realmente orgânico? Aí entram as certificadoras. Elas são responsáveis por verificar se o produto foi realmente produzido dentro dos critérios da agricultura orgânica e emiir um selo de certificação, que vem nas embalagens dos produtos orgânicos.

3. Preço. O maior problema para o consumidor com relação a esses produtos ainda é o preço. Entre as justificativas para os valores estão as perdas do produtor na transição da cultura tradicional para a orgânica, os custos de certificação e a falta de um circuio de comercialização para os orgânicos. Para baratear esses produtos, as certificadoras acreditam ser necessário avanços na tecnologia de produção, na expansão do consumo e no estímulo a cooperativas e associações de produtores.

4. Saúde. Algumas pesquisas sobre alimentos orgânicos apontam que eles teriam maior teor de antioxidanes, vitaminas e sais minerais. Seu consumo esaria relacionado à prevenção de doenças como câncer, alergias, dermatites e problemas do coração.

5. Produção. No Brasil ainda é relativamente pequena, com 70% da produção dos orgânicos vindo da agricultura familiar. Por isso, o consumidor nem sempre encontra aquilo que procura, dependendo da época do ano. Apesar de serem menores que os produtos convencionais e até um pouco feiosos, os orgânicos tendem a durar mais.

(Fonte: Revista.AG, encartado no Jornal A Gazeta, ES. Autor: Cida Alves)

19/04/2009

Pãozinho francês x pão integral


A maioria das pessoas pensa que seu maior erro alimentar é o consumo do pão. Associam a ele seu ganho de peso e sua dificuldade em emagrecer. Essa crença se originou na década de 70, com a mais famosa das dietas de moda, a Dieta do Dr Atkins. De acordo com ela, os carboidratos são os principais responsáveis pelas cifras alarmantes de obesidade no mundo. "Atualmente, os carboidratos continuam sendo erroneamente classificados como os responsáveis pelo ganho de peso e substituídos por gorduras nos alimentos industrializados, contribuindo para que as dietas sejam ainda mais calóricas, mesmo sem a presença deles", afirma a endocrinologista Ellen Simone Paiva do Citen, Centro Integrado de Terapia Nutricional, em São Paulo.

"Para aliviar a consciência dessas pessoas, é bom saber que os carboidratos, após numerosos estudos científicos, ainda são recomendados por todas as associações internacionais de Nutrição e Saúde, devendo compor em torno de 50% das calorias ingeridas diariamente em dietas balanceadas", esclarece a médica. São importantes fontes de energia, principalmente para o cérebro, e garantem que o corpo poupe suas preciosas proteínas musculares da queima metabólica.

A indústria vem investindo no refino dos alimentos para melhorar o seu sabor e para ampliar sua utilização na fabricação de vários outros alimentos. "Assim, acontece com a farinha de trigo. Entretanto, esse processo de refinamento retira vitaminas, minerais e fibras, tornando os pães muito saborosos, mas também empobrecidos de micronutrientes", explica a nutricionista do Citen, Amanda Epifânio. Na farinha refinada, os carboidratos são mais fáceis de serem digeridos e rapidamente absorvidos pelo organismo, gerando maiores e mais rápidas elevações da glicose sangüínea após a refeição, o chamado "índice glicêmico dos alimentos". O pão francês foi considerado padrão, com índice glicêmico de 100%, e todos os outros alimentos tiveram seu índice glicêmico comparado ao dele.

A preferência popular e o incremento na fabricação dos pães integrais atualmente vêm superlotando as prateleiras dos supermercados e isso tem a ver com as reiteradas recomendações do consumo de fibras, dando a elas o status de alimento funcional. "O consumo de fibras proporciona melhora no trânsito intestinal, diminuição do esvaziamento gástrico com prolongamento da saciedade; redução da absorção do colesterol e da glicose, com efeitos metabólicos claramente benéficos. Para isso, recomenda-se a ingestão de no mínimo 25 gramas de fibras diariamente", afirma Amanda Epifânio.

Ao analisarmos os pães integrais com maior teor de fibras comercialmente disponíveis (2,5g/fatia), seriam necessárias 12 fatias diárias para alcançarmos as recomendações ideais. "Por isso, a idéia é a de que nossa dieta precisa contar com uma grande variedade de alimentos também ricos em fibras, para que não se torne monótona e muito calórica", diz a nutricionista.

Como escolher o pão? Lendo o rótulo...

A tarefa de escolher nosso pão matinal não é fácil. Encontramos mais de 130 tipos de pães nas gôndolas dos supermercados. Pão integral, 100% integral, sete grãos, nove grãos, doze grãos, light, diet, cenoura, quinua, iogurte, nozes, soja, sírio integral, francês integral e até italiano integral. São muitas as variações. Tantas opções causam mais confusão do que ajudam o consumidor. "O jeito é ler os rótulos e se informar para não cair em algumas armadilhas. Por exemplo, o fato de ter vários grãos não significa que o pão apresente um número maior de fibras - o pão doze grãos e nove grão têm menos fibras que o sete grãos.

A inscrição de zero gordura trans também não deve ser levada ao pé da letra, pois obedecendo às normas da Anvisa, um alimento pode conter pequenas quantidades de gordura hidrogenada por unidade, sem a obrigatoriedade de informar no rótulo tal valor. Contudo, esse valor não declarado pode se tornar significativo, quando o consumo alcança maiores porções desse alimento", alerta a nutricionista Amanda Epifânio.

O avanço da engenharia dos alimentos tem permitido a fortificação dos pães com inúmeros nutrientes como vitaminas, ômega 3 e ômega 6, que, pelas pequenas quantidades, poucos benefícios trazem para a saúde, não justificando a opção por esses alimentos suplementados. "As informações dos rótulos, muitas vezes, não apresentam significância real, constituindo-se apenas numa estratégia para atrair o consumidor e buscar um diferencial num mercado tão competitivo", observa a nutricionista.

"Já o teor em sódio, em média 125mg por fatia de pão, causa preocupação, pois assim como a maioria dos alimentos industrializados, integrais ou não, o pão contém excesso de sódio, o que dificulta a adequação do consumo recomendado, sem ultrapassar a recomendação máxima de 12 gramas de sal/dia (5 gramas de sódio)", observa a endocrinologista Ellen Simone Paiva.

Que pãozinho levar para casa?

Os pães são fontes práticas, baratas e saudáveis de carboidratos para as nossas refeições, principalmente para o café da manhã. Como todo alimento, o pão pode se tornar deletério quando consumido de maneira abusiva, pois tem considerável valor calórico, seja ele integral ou de farinha branca. "Se observarmos seu valor calórico, o pão francês (50g) com suas 150 calorias, não apresenta muita diferença em relação ao seu equivalente integral, com suas 140 calorias em duas fatias (50g). A vantagem entre os dois são a inclusão das fibras, favorecendo os pães integrais", informa Amanda Epifânio.

As versões lights dos pães integrais foram questionadas em pesquisa recente realizada pelo Imetro e veiculada pela mídia televisiva. "O órgão fiscalizador constatou que as versões lights possuem fatias menores e com menor teor de carboidrato, o que pode não garantir a saciedade conferida pelas versões integrais normais, favorecendo o consumo de porções maiores. Assim, estes pães não cumprem sua função de alimento light, são mais caros e não apresentam vantagens em relação às versões integrais normais", observa a nutricionista.

"Diante das informações disponíveis, não há fundamento para abolir o consumo dos carboidratos e muito menos dos pães. Quando abolimos esse nutriente, seguimos uma dieta desequilibrada, pois abolindo os carboidratos, definitivamente excedemos no consumo de gorduras e proteínas. Com isso, além de comprometer a normalidade do metabolismo do nosso organismo, não garantimos a perda de peso", adverte a endocrinologista Ellen Simone Paiva.

FONTE: Site do CITEN

12/04/2009

Páscoa

Em vários países europeus existem a tradição de pintar casca de ovos de galinha, rechear e trocar na Páscoa. Os mais famosos são os Ucranianos.
Eu, sinceramente, não sei se é uma tradição alemã ou somente de família.
Mas todos os anos pintamos as casquinhas com uma técnica facílima e cada um fica difernete do outro.


Esse ano resolvi inventar e fiz carinhas de coelho das cascas, ficaram muito engraçadinhos também.


Todos os dois tipo recheio com Prelinê (amendoin com chocoalte).

Para fazer 2 dúzia de cascas, precisará:

500g de amendoin torrado
1 copo de água
2 copos de açúcar refinado
1 colher (sobremesa) de fermento em pó
1 1/2 colher (sopa) de achocolatado

Misturar tudo numa panela e cozinhar. Quando esiver secando, desligar e deixar esfriar mexendo de vez enquando.
Depois de frio colocar num tabuleiro e torrar novamente.

08/04/2009

Receitas pra Sexta-Feira Santa

Manda a tradição que na Sexta-Feira Santa so coma peixe ou frutos do mar. Isso em qualquer região do Brasil. Algumas tem receitas mais tradicionais outras simplesmente seguem a tradição comendo peixe.
Eu e minha mãe, na minha tenra infância, sozinhas em casa, chegamos a comer unicamente sardinha em lata com pão. rsss

Aqui, no Espírito Santo, temos a Moqueca Capixaba, que é uma delícia. E me desculpem os baianos, dá de 10. E como dizemos "Moqueca é Capixaba, o resto é peixada". Eu posso falar e julgar sem puxar a 'sardinha' pra lado nenhum pois não sou capixaba e jé experimentei as duas. então voto na capixaba.

Agora um prato tradicional da Semana Santa é a Torta Capixaba. Essa eu não gosto. Acho muito forte. Mas gosto é gosto. Minha tia lá no RS ama e sempre pede pra minha mãe conseguir pra ela mesmo não sendo época da páscoa quando vem nos visitar.

O mais óbvio é que compartilharia a receita dela com vocês, né? Pensaram errado.
É que nunca fiz. Passar uma receita copiada da internet qualquer um pode fazer. E existem várias variações. No fim de semana estarei com minha sogra e pedirei a receita pra compartilhar uma adaptação aprovada, mas não por mim. rsss

A receita que quero passar e é a que irei fazer pra família toda na Sexta-Feira é:


Bacalhoada

1kg de bacalhau desfiado e desalgado

2 cebolas
2 tomates

2 tablete de caldo (pode ser de bacalhau, de galinha, de peixe...)

200g de quaijo mussarela em fatias

1 lata de creme de leite

1 copo de requeijão
2 ovos cozidos
6 batatas cozidas cortadas em rodelas
Azeitonas pretas (eu não coloco porque não gosto)

Modo de Preparo


1. Numa panela ampla, refogue, com um pouco de azeite, as cebolas picadas. Mexa sempre para não deixar queimar a cebola. Em seguida entram os tomates também picados. Misture tudo e deixe refogar uns 5 minutos. Então acrescente o bacalhau, já sem o excesso de sal e desfiado. Misture novamente, com cuidado e deixe refogar mais 010 minutos. Acrescente os temperos que desejar, sem esquecer que o bacalhau já tem um sabor forte.

2. Dissolva o tablete de caldo em um copo de água bem quente. Adicione o caldo dissolvido à panela e misture. Deixe apurar o sabor e acerte o tempero. Desligado o fogo, acrescente o requeijão e depois o creme de leite.

3. Arrume num pirex em camadas: o creme de bacalhau, as batatas, e vá intercalando. Depois uma boa camada de queijo em fatias e os ovos cozidos.

4. Leve ao forno preaquecido por 30 minutos. Retire do fogo, espere 5 minutos e sirva acompanhado de arroz branco e uma salada verde.

Só de escrever a receita já me deu água na boca. É muito bom. E vale a pena.

Bom Apetite!!


05/04/2009

Dicas para uma Páscoa saudável


Será que um personagem infantil sob a forma de um brinquedo pode influenciar o hábito alimentar de uma criança? Hoje, temos no mercado ovos recheados de rádios, relógios, mini-games, bonecos de super heróis, mini barbies, brinquedos eletrônicos que emitem sons e até fadas com sensores de luz que se ascendem quando a criança se aproxima da varinha de condão... Agora, experimente presentear seu filho com um ovo recheado apenas de bombons! Provavelmente, ele ficará decepcionado.

Recentemente, o Ministério Público Federal de São Paulo recomendou que as principais redes de fast-food suspendam a venda promocional de brinquedos em suas lanchonetes. De acordo com o MPF, a venda do lanche acompanhado de um brinde estimularia a adoção de hábitos alimentares pouco saudáveis nas crianças, influenciando assim a forma com que elas se alimentarão durante toda a vida.

E em relação aos ovos de Páscoa? Sozinhos, sem brinquedos, as crianças já são presenteadas com cerca de 1200 calorias de chocolate e 56g de gordura saturada (em um ovo de apenas 200g). A presença de brinquedos faria com que o consumo dos ovos aumente? Esta é uma reflexão necessária nos dias de hoje, quando pensamos muito em hábitos alimentares saudáveis.

Mesmo com "a ameaça dos brindes e brinquedos", não devemos encarar a Páscoa como uma ameaça à saúde e às dietas. A data é motivo de festa e encontro entre amigos e familiares. Como toda data festiva, o cardápio envolve alimentos mais calóricos e oportunidades de degustá-los em maior quantidade... Há uma preocupação com as múltiplas ofertas nos corredores dos supermercados, que montam túneis com as mais variadas marcas e tamanhos de ovos de Páscoa, fazendo com que balancem todas as nossas promessas de contenção de gastos e de calorias...

As crianças, normalmente, são as "grandes vítimas" dessa festa. São acostumadas, desde muito cedo, a receberem ovos da madrinha, dos avós, dos pais e dos tios. Todos muito bem intencionados, querendo presenteá-las com o maior e o mais novo lançamento do mercado, mas criando um vínculo distorcido entre alimento e personagens de um mundo de sonhos e fantasias que elas idealizam.

O chocolate é um dos alimentos de maior valor calórico da nossa dieta. Se já sabemos que uma criança, em cada quatro, precisa perder peso, não podemos manter a tradição de permitir que elas recebam dúzias de ovos de Páscoa e passem a comê-los um a um, até que obtenham todos os brinquedos ou surpresas que recheiam essas guloseimas. Se o vínculo das crianças é com seus personagens e brinquedos favoritos, é melhor presenteá-los com brinquedos ao invés de chocolates.

O prazer do chocolate

Apresentar-se como chocólatra parece mais uma resposta ou explicação para aliviar a culpa por não conseguirmos lidar com a dificuldade de controlar o consumo de chocolate. Não precisamos abolir o consumo desta iguaria, mas precisamos comê-lo com moderação, pois trata-se de um alimento muito calórico e rico em gordura saturada.

O que transforma a Páscoa num risco real à boa forma e à saúde é o hábito de fazer dela uma oportunidade de consumo exagerado de chocolates, com o aval da festa. Às vezes, o consumo extra pode perdurar meses, até que o estoque infindável de ovos termine. Nesse caso, não há como se livrar da culpa e dos quilinhos a mais.

Apesar disso, nada nos impede de escolher o nosso chocolate preferido e saboreá-lo com prazer. Pode ser ao leite, crocante, trufado, branco, meio amargo, recheado ou até mesmo de soja, desde que o consumo não exceda a cota calórica, que inviabiliza qualquer projeto de manutenção do peso.

O chocolate, de uma maneira geral, pode conter de 550 a 580 calorias por 100g. Os ovos de Páscoa não fogem a essa regra. Atualmente, contamos com as versões lights dos ovos de Páscoa, que tem em média 25% menos calorias em relação às suas versões tradicionais.

Por outro lado, os ovos diet não apresentam essa vantagem calórica, apenas não contêm açúcar e por isto mesmo podem ser consumidos pelos pacientes diabéticos. Mesmo assim, os ovos diet têm geralmente maior teor de gorduras totais e de gordura saturada, o que torna questionável o seu consumo por parte desses pacientes, que muitas vezes, necessitam reduzir o consumo de gorduras, tanto quanto o consumo de açúcar.

O chocolate contém também componentes nutricionais importantes, principalmente na sua versão amarga. São os polifenóis, antioxidantes, também presentes no vinho tinto, nas frutas vermelhas, no chá verde e na cebola. Essas substâncias causam redução dos radicais livres nas células, aquelas substâncias relacionadas ao envelhecimento e à morte celular. Uma barra de 40 gramas de chocolate amargo contém cerca de 200mg de polifenóis, quantidade semelhante àquela encontrada em uma taça de vinho tinto. Entretanto, esse tipo de chocolate é mais calórico por ter uma concentração maior de cacau. Seu consumo não deve ultrapassar 10g ou 60 calorias/dia, em situações normais, sem festa.

Colombas pascais

Tão tentadoras quanto os panetones no Natal, são as colombas na Páscoa... As colombas pascais, por mais incrível que isto possa parecer, conseguem ser tão ou mais calóricas que os ovos de Páscoa. Elas possuem, em média, de 250 a 300 calorias por fatia de 80g. Além disso, essas iguarias contêm uma quantidade enorme de gordura saturada e de gordura vegetal hidrogenada. Para uma tolerância de ingestão diária de até 2,0g ao dia de gordura trans hidrogenada, em uma dieta de 2000 calorias diárias, as colombas conseguem ter até 4,6g desse tipo de gordura por fatia de 80g. Dessa forma, não vale a pena tê-las em nossa mesa de Páscoa, principalmente pela saúde do nosso coração, que é o maior prejudicado com a ingestão desse tipo de gordura.

Um pouco de bacalhau?

Mantendo a tradição do peixe na Sexta-Feira Santa, o bacalhau é bem vindo por todo o seu potencial nutritivo. É rico em vitamina B1, vitamina D, sódio, magnésio, proteínas, além de ácidos graxos ômega 3 e ômega 6 que são grandes aliados na prevenção de doenças cardiovasculares, as gorduras benéficas que não aumentam o colesterol sangüíneo.

As bacalhoadas são pratos muito saborosos e saudáveis e podem fazer parte do cardápio de Páscoa sem medo. Para tanto, vale a receita infalível dos nossos ancestrais portugueses: bacalhau com batatas, cebola, pimentão, alho, tomate e azeite. Evite as variações com leite de côco, creme de leite, manteiga, queijos e ovos, que aumentam muito o valor calórico, o teor de gordura saturada e o colesterol.

Pensando apenas no azeite, já há motivos para preocupação com as calorias do prato, uma vez que 100g dele confere quase 900 calorias à receita, como toda gordura, seja ela óleo vegetal ou banha de porco. Para reduzir as calorias, basta reduzir a medida de azeite indicada na receita, com o objetivo de obter um prato saboroso, mas menos calórico.

FONTE: Site do CITEN

01/04/2009

Salmão Gratinado

Juro que não é mentira!!

Fiz no fim de semana e ficou muito gostoso. Já inha feito outras receitas com salmão e sempre ficavam meio enjoativas. Essa receita ficou com o tempero no ponto.
Como somos só 2 pessoas aqui em casa, fiz mais ou menos metade da receita. Vou transcrever a receita completa e no modo de preparo informo as minhas modificações com outra cor.

Salmão Gratinado

1 litro de leite
2 colheres (sopa) de farinha de trigo
100g de manteiga
700g de salmão
200g de presunto
200g de queijo

Modo de Preparo

Comece preparando um molho branco. Bata no liquidificador o leite (500ml), a manteiga (100g), a farinha de trigo (1 colher de sopa) e coloquei também meio tablete de caldo de galinha e um pouquinho de cebola picada. Leve a mistura para uma panela em fogo baixo, tempere com sal e pimenta e, mexendo sempre, esper engrossar. Reserve.
Corte o filé de salmão em pedaços (300g). Pique também o presunto (120g). Esquente uma frigideira com um pouco de óleo. Refogue rapidamente o presunto. Em seguida entre com o salmão. Misture. empere com sal e deixe dourar levemente o peixe.
Num pirex coloque um pouco do molho branco, e arume o peixe com o presunto. Coloque metade do queijo picado (70g). Por cima entre com o molho branco (não coloquei tudo e ainda ficou bastante molho). Finalize com o restante do queijo em fatias, para cobrir tudo (70g).
Leve ao forno preaquecido por 30 minutos ou até gratinar o queijo. Sirva com um arroz colorido (eu servi com arroz branco, realmente faltou uma corzinha).

Vale a pena experimentar.
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