Mostrando postagens com marcador Saúde. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Saúde. Mostrar todas as postagens
22/07/2010
Mitos sobre Vitaminas
Mitos e verdades sobre vitaminas e sais minerais.
Suplementos com vitaminas e minerais fazem parte do cotidiano de milhões de pessoas, mas pouco se sabe sobre a necessidade desses micronutrientes
Da vitamina A ao zinco, nacionais e importados, suplementos com vitaminas e minerais fazem parte do cotidiano de milhões de pessoas em todo o mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), pelo menos um terço da população global toma esses complexos diariamente. Só nos Estados Unidos existem 29 mil marcas à venda. Mas na verdade, tanto lá, como no Brasil, pouco se sabe sobre o funcionamento ou a necessidade desses micronutrientes.
É preciso ter muito cuidado com as vitaminas. As lipossolúveis - solúveis em gordura: A, D, E, K - se depositam no organismo, ao contrário das solúveis em água - como as do complexo B e C - que são eliminadas na urina. Doses altas dos dois tipos são capazes de intoxicar o organismo e os sintomas são muito parecidos com os da deficiência desses micronutrientes. "A melhor medida é procurar orientação antes de tomar qualquer vitamina, elas só devem ser incorporadas à dieta, a partir de uma indicação médica e em quantidades adequadas. Doses exageradas podem causar danos sérios, como sangramentos e distúrbios neurológicos", alerta a endocrinologista Ellen Simone Paiva, diretora do Citen, Centro Integrado de Terapia Nutricional, em São Paulo.
A seguir, a médica esclarece os mitos mais comuns em relação ao uso das vitaminas:
Quem realmente precisa de suplementação vitamínica?
"A suplementação vitamínica em condições fisiológicas é recomendada em condições muito especiais, nas quais a alimentação não pode suprir tais necessidades. Entre elas, podemos citar a suplementação de vitamina D para crianças com consumo restrito de leite materno; a suplementação com ácido fólico para mulheres, antes e durante a gestação; a suplementação de cálcio e vitamina D, na menopausa e após os 60 anos", informa Ellen Paiva. Além dessas condições fisiológicas, temos as suplementações em decorrência de doenças carenciais: como é o caso do ferro, nas anemias por carência desse mineral; nos pós-operatórios de doenças que impedem a alimentação adequada; e atualmente, nos pacientes submetidos à cirurgia da obesidade, que apresentam extrema necessidade de múltiplas suplementações, uma vez que passam a não absorver vários tipos de vitaminas e minerais. O cansaço e o estresse da vida moderna não são indicações para suplementação vitamínica, pois não há benefício algum nessa conduta.
A vitamina só tem efeito se ingerida na sua forma natural
Não. Apesar dos efeitos das vitaminas in natura serem favorecidos pela atuação conjunta de outros fitoquímicos, presentes nos alimentos ricos em vitaminas, elas também são ativas quando consumidas em suplementos. "Essa atividade é inquestionável no que se refere à correção da hipovitaminose ou das doenças carenciais com a suplementação vitamínica. O que se questiona são os efeitos antioxidantes das vitaminas suplementadas, principalmente aqueles referentes à proteção cardiovascular e ao câncer, questionamento esse facilmente compreendido devido ao aumento na taxa de mortalidade nos grupos de pacientes submetidos à suplementação, quando comparados com grupos não suplementados, não havendo nenhum efeito positivo para a longevidade", afirma a endocrinologista Ellen Paiva.
Vitamina C combate e cura a gripe
A maioria dos trabalhos científicos não consegue demonstrar qualquer poder preventivo ou curativo da vitamina C em relação à gripe. Recentemente, um grande estudo envolvendo mais de 11 mil pessoas avaliou o efeito de doses de vitamina C de no mínimo 200mg como forma profilática ou após o aparecimento dos sintomas gripais. "Resultado: as mega doses de vitamina C não reduziram a incidência da gripe, nem a gravidade ou a duração dos episódios gripais", diz a médica.
Vitaminas e sais minerais podem prevenir o câncer
A maioria dos trabalhos científicos de maior credibilidade atesta que o consumo de uma dieta rica em frutas e vegetais está associado à proteção contra várias formas de câncer. Esse efeito é referido como proveniente das vitaminas antioxidantes presentes nesses alimentos, principalmente as vitaminas E, C e betacaroteno. Apesar das evidências vindas de estudos populacionais epidemiológicos sobre a prevenção do câncer através das dietas, a suplementação através das cápsulas vitamínicas, incluindo as mega doses de vitaminas não parecem ajudar na prevenção do câncer. "Muito pelo contrário. O beta caroteno (precursor da vitamina A), muito utilizado em fórmulas vitamínicas milagrosas, já demonstrava seu poder deletério ao aumentar a incidência de câncer de pulmão, de acordo com os dados do estudo ATBC - The Alpha-Tocopherol, Beta Carotene Cancer Prevention Study Group, publicado no New England Journal of Medicine. A pesquisa chegou a ser interrompida muito antes da data programada devido ao aumento da incidência de câncer de pulmão e da taxa de mortalidade dos pacientes que tomaram o suplemento", informa Ellen Paiva. Os autores chegaram a conclusão que esse carotenóide não deveria ser utilizado em cápsulas vitamínicas. Uma publicação mais recente da revista da American Medical Association resume o resultado de nada menos do que 385 trabalhos científicos com 232.600 pacientes, avaliando o efeito antioxidante dos suplementos vitamínicos sobre a taxa de mortalidade por doenças em geral. O resultado só vem confirmar os estudos anteriores: "o tratamento com beta caroteno, vitamina A e vitamina E pode aumentar a taxa de mortalidade... Não há evidência de que a vitamina C possa aumentar a longevidade..", informa o artigo.
O tabagismo e o álcool destroem as vitaminas
A ingestão freqüente de álcool pode comprometer a nutrição de uma maneira geral, na dependência da intensidade da ingestão alcoólica. "No caso das vitaminas, o álcool pode comprometer desde a ingestão de vitaminas - uma vez que essas pessoas comem menos e comem mal - como pode interferir também na absorção, na ativação e no armazenamento das vitaminas", diz a endocrinologista Ellen Paiva. As deficiências vitamínicas mais importantes relacionadas ao abuso de álcool ocorrem com as vitaminas do complexo B, com exceção da B12 e da vitamina C. "Já o fumo não diminui os níveis de absorção das vitaminas. Essa crença provavelmente veio da indicação equivocada do uso de altas doses de vitamina C para a prevenção do câncer de pulmão em tabagistas. A dose diária recomendada de vitamina C é de 60mg para indivíduos saudáveis. Propaga-se que fumantes possam necessitar de no mínimo 140mg de vitamina C por dia, mas essa recomendação adicional tem opiniões muito divergentes entre os estudiosos do assunto", alerta a diretora do Citen.
Polpas congeladas não têm valor nutritivo
"Polpas congeladas geralmente tendem a ser nutricionalmente viáveis. Um exemplo dessa característica é a polpa da acerola que mantém quase intactos os seus níveis de betacaroteno e vitamina C, após o processo de congelamento. Seu teor de vitaminas cai, entretanto, com o passar do tempo de congelamento", informa a médica.
Refeições muito aquecidas perdem os nutrientes
O processamento térmico dos alimentos é necessário para impedir a proliferação de microorganismos patogênicos, além de melhorar as condições de palatabilidade e digestibilidade dos mesmos. Assim, cozinhar os alimentos é indispensável para muitos deles, principalmente as carnes. "A perda de nutrientes durante processos de cozimento ocorre de maneira proporcional ao tempo de exposição ao calor. Ou seja, os processos que usam altas temperaturas, por menos tempo, provocam uma perda menor de nutrientes do que aqueles que usam baixas temperaturas por tempos prolongados. Algumas vitaminas por serem solúveis em água e pouco resistentes ao calor são perdidas durante o cozimento. Entre elas destacam-se a vitamina C e a maioria das vitaminas do Complexo B", informa Ellen Paiva, que também é médica nutróloga.
Vegetarianos precisam consumir um maior número de vitaminas
"Não, eles precisam apenas consumir as quantidades vitamínicas recomendadas para as pessoas de um modo geral. Quanto mais rigorosa for a dieta vegetariana, chegando à exclusão de leite, ovos e carnes, menor será a ingestão de vitaminas, principalmente B12, cálcio, zinco e ferro nas suas formas mais facilmente absorvíveis pelo organismo", alerta a médica. Logo, as dietas vegetarianas podem ser saudáveis e compatíveis com a boa nutrição, para adultos e crianças, mas para isso deve haver rigor na formulação dessas dietas, devendo ser acompanhadas por médico nutrólogo ou nutricionista.
A carne de soja é tão rica em ferro quanto a de origem animal
A proteína texturizada de soja pode conter até três vezes mais ferro do que a carne vermelha. "Entretanto, o ferro presente na carne de soja, assim como aquele presente no feijão tem uma absorção muito menor do que o ferro da carne vermelha. Para ser melhor absorvido, esse tipo de ferro dos vegetais precisa ser consumido com a presença de vitamina C nas refeições, o que pode ser alcançado com molhos a base de limão ou sucos de frutas cítricas. Ainda assim, boa parte do ferro presente nesses alimentos vegetais não será absorvida pelo organismo", informa a nutróloga.
Fonte: CITEN
15/07/2010
Retenção de Líquidos
A retenção de líquidos e o peso feminino: o que há de real nessa relação?
As queixas são as mesmas entre algumas mulheres: elas retêm líquidos e por isso não perdem peso; incham mãos e pernas; uma roupa que veste bem pela manhã, fica apertada à tarde; não urinam o suficiente durante o dia e por isso acabam tomando diuréticos. "Para resumir a história: conclusões equivocadas e condutas impróprias", declara a endocrinologista Ellen Simone Paiva, diretora do Citen, Centro Integrado de Terapia Nutricional, em São Paulo.
"A primeira lição dessa história é a seguinte: o nosso corpo é dotado de um sistema de controle muito fino da água corporal, de maneira que o balanço hídrico não se altere muito, nem para mais, nem para menos. O primeiro sinal que algo se alterou é a sede. Ela garante a procura de água sempre que o nosso balanço hídrico estiver negativo e nos faz recusar água sempre que nossa hidratação estiver normal", explica Ellen Paiva.
Além deste sistema, nossos rins garantem a eliminação de uma urina mais aquosa e menos concentrada, quando estamos bem hidratados e uma urina mais escura e de menor volume, sempre que nosso estoque de água estiver escasso. Finalmente, ainda eliminamos um volume de água de cerca de 1 litro nas 24 horas através da perspiração, que é a água perdida em forma de vapor quando falamos, sendo esse volume ainda maior nos dias quentes. Isso sem mencionar a perda pelo suor e a água gasta pelo nosso corpo em suas reações químicas.
Retenção de líquidos
"Algumas doenças podem alterar e romper esse sistema aparentemente perfeito e causar uma real retenção de líquidos, como a insuficiência renal. Outras podem causar uma movimentação anormal da água corporal em seus espaços, fazendo com que um maior volume de água saia das células e dos vasos sangüíneos, invadindo o espaço extracelular, causando um inchaço relativo, como é o caso da insuficiência cardíaca e das doenças crônicas do fígado", afirma a diretora do Citen. Essas doenças são facilmente percebidas pelos pacientes e diagnosticadas pelos médicos. Não há como confundi-las com estados fisiológicos de retenção de líquidos, que geralmente não vêm acompanhados de nenhum outro sintoma, além da sensação de inchaço. São doenças graves e necessitam de tratamento específico.
Na mulher, o ciclo menstrual merece destaque na retenção de líquidos, pela amplitude de sua oscilação hormonal durante o mês. "Temos um hormônio chamado progesterona, responsável por uma real e fisiológica retenção de líquidos, que ocorre na segunda metade do ciclo menstrual, principalmente na última semana que antecede a menstruação. Essa retenção embebe mamas, abdome e pelve. Se a fecundação não ocorrer, há uma brusca queda hormonal e com ela a menstruação, fazendo com que ocorra a eliminação dos líquidos retidos", explica Ellen Paiva.
Inchaços
Outro grande mito em relação à retenção de líquidos é o inchaço que surge pela manhã e a alegação de que os anéis não entram ou saem dos dedos. "O que ocorre durante a noite é uma redistribuição de líquidos no corpo humano. Quando permanecemos deitados por muito tempo, ocorre com mais facilidade o movimento dos líquidos para as extremidades do corpo, principalmente para as mãos. Logo, não há retenção de líquidos durante à noite, apenas a migração de líquidos, que voltam a se redistribuir durante o dia, quando ficamos de pé ou sentados, favorecendo maior acúmulo em membros inferiores, principalmente no final do dia", afirma Ellen Paiva.
Há condições muito freqüentes que nos levam a crer que inchamos as pernas ou sentimos a sensação de "pernas pesadas". Essa condição é hereditária, de modo que quando olhamos as pernas da filha, sabemos como são as pernas de sua mãe ou das mulheres da família paterna, na dependência do ramo familiar afetado. "O problema aparece nas mulheres de pernas caracteristicamente mais grossas, onde a celulite é a regra, sendo essa condição falsamente classificada como retenção de líquidos. Na verdade, tal retenção também não ocorre nesses casos. O problema é relacionado às alterações circulatórias das pernas, com grande predisposição para varizes e depósito irregular de gorduras, com as nítidas características da celulite", diz a diretora do Citen.
Para dificultar o quadro dessas pacientes, elas têm uma obesidade de pernas, certamente a mais difícil forma de obesidade para tratamento. Geralmente, estas pacientes perdem peso muito lentamente, não respondem às chamadas drenagens linfáticas, nem aos géis redutores ou qualquer manobra estética de tratamento. "Nesses casos, a melhor forma de tratamento ainda é a movimentação regular e vigorosa das pernas, principalmente em esteiras ou bicicletas ergométricas em exercícios diários, uma vez que esse procedimento tem a mesma atuação que um remédio para o problema", explica a nutróloga Ellen Paiva.
Muito sal!
"Uma alteração realmente capaz de nos fazer beber água além da conta e reter líquidos é a ingestão de uma dieta rica em sal. Isso pode ser facilmente evidenciado quando passamos a beber água em excesso, após ingerirmos comida salgada e não urinamos tamanha ingestão hídrica", explica Ellen Paiva.
O sódio presente no sal é naturalmente osmótico, ou seja, retém água ou simplesmente causa movimentos de água anormais entre os compartimentos corporais, sempre no sentido de um local de menos sódio para um mais rico em sódio. "Logo, uma atitude realmente eficaz, principalmente nas fases do ciclo menstrual, onde naturalmente retemos líquidos, é o cuidado com a ingestão de sal, dando preferência a alimentos com pouco sal em sua composição", recomenda a médica.
5 passos para reduzir o consumo de sal:
- Use o mínimo de sal no preparo dos alimentos, substituindo-o por temperos naturais como alho, salsinha, cebola, orégano, hortelã, limão, manjericão, gengibre, coentro e cominho;
- Evite temperos industrializados como ketchup, mostarda, molho shoyu e caldos concentrados. Atenção para o aditivo glutamato monossódico, utilizado em alguns condimentos e nas sopas de pacote;
- Cuidado com as conservas como picles, azeitona, aspargo, patês e palmito, enlatados como extrato de tomate, milho e ervilha - alimentos conservados em sal e os salgadinhos como batata frita, amendoim salgado, cajuzinho;
- Evite carnes salgadas como bacalhau, charque, carne-seca e defumados;
- Nunca tenha um saleiro à mesa.
Nada de diuréticos
A pior atitude para mulheres que se queixam de retenção de líquidos é o uso dos diuréticos, que induzem à perda forçada de água, causando desidratação celular, eliminação artificial de urina e a falsa impressão de que o inchaço foi reduzido ou até mesmo que houve perda de peso. "A perda de peso, nestes casos, ocorre às custas de desidratação e a diurese forçada deixa sempre a impressão de que os rins não funcionam bem, quando, na verdade, o que é anormal é o volume de urina eliminando, e, com ela, eletrólitos importantes como o potássio. A má conduta acarreta em dores e fraqueza nas pernas, além de câimbras", adverte a especialista.
"Finalmente, é importante que as mulheres saibam que se elas têm rins funcionantes, coração e fígado normais e acesso normal à água, elas não estão inchadas, nem retêm líquidos. Quando realmente têm retenção de líquidos, isso faz parte do ciclo menstrual e é transitório. Estas mulheres precisam rever suas dietas e seus etilos de vida para tentarem explicar de maneira mais correta a sensação de ganho de peso", recomenda Ellen Paiva. A correção da retenção de líquidos não é difícil, desde que possamos entender as causas do problema.
Fonte: CITEN
29/04/2009
Ouro Líquido
Sede? deguste estes deliciosos drinques
Bebidas são conhecidas como fontes de calorias vazias ou ingredientes químicos polêmicos. Mas isso só se você estiver falando de drinques muito doces ou refrigerantes light. Abra a garrafa certa e descubra nutrientes que são aliados da saúde.
Chá Verde
Essas pequenas folhas podem acelerar o metabolismo e ajudar você a viver mais. Segundo o nutrólogo e endocrinologista da Unifesp, João César Castro Soares, a responsável por isso é a xanteína, um estimulante como a cafeína. De acordo com um estudo divulgado no Journal of the American Medical Association, mulheres que tomam 3 doses de chá verde diariamente, tem 31% menos chances de morrer de alguma doença cardiovascular do que as que não tomam. Soares diz que, para otimizar o efeito, o ideal é beber 5 xícaras por dia.
Água Aromatizada

Óbvio que água faz bem, mas você sabia que freia o câncer? Um estudo do Centro de Pesquisa sobre Câncer Fred Hutchinson, em Seattle, nos EUA, mostrou que mulheres que bebiam 6 ou mais copos de água por dia tiveram 45% menos risco de ter câncer de cólon do que as que tomavam menos de dois. O problema é engolir os 8 copos diários recomendados. Para garantir a cota e agradar o paladar, tente áua gaseificada com sabores. Mas não exagere. É para cariar, e não substituir a áua purinha.
Suco de Uva
Não importa se comprado pronto ou se você faz em casa, essa bebida é cheia de benefícios. Pesquisas, como a da Univerdade de Winsconsin nos EUA, mostram que antioxidantes presentes no suco de uvo diminuem o risco de doenças cardíacas, melhoram os receptores para o LDL, evitando assim o entupimento das artérias. Em um recente ranking dos antioxidantes mais poderoso com 1100 alimentos e bebidas, o suco de uva apareceu em 11º, a segunda melhor posição entre as bebidas (o café era os exto).
(Fonte: Revista Women's Heath, março/2009)
Assinar:
Postagens (Atom)